Fotos Produção Cultural 2011

terça-feira, 19 de outubro de 2010

2° FUASA



O 2º FUASA - Festival Universitário de Arte e Sustentabilidade Ambiental foi um evento realizado por estudantes em prol das questões ambientais e sociais.
É ligado ao laboratóriode pesquisa Labpp-esc (Laboratório Pablo Picasso de Escultura e Tecnologia) e também visa a revitalização da Sala Samira Mesquita - Bosque, onde aconteceram exposições, apresentações e oficinas diversas.
O festival foi aberto a todos da comunidade da UFRJ inclusive para estudantes que quiseram apresentar seus projetos.


Aconteceu no FUASA:

Divulgação:



Montagem:



Auditório, Lounge e Bosque:

O auditório conhecido como salão azul foi renomeado para Sala Samira Mesquita como uma homenagem à professora Samira Mesquita, primeira decana eleita da universidade e grande incentivadora da arte para todos.












Exposição:
Trabalhos executados por estudantes da disciplina de Escultura e reciclagem foram expostos concretizando ainda mais a ligação do evento com a educação ambiental.



















Projeto Callango - EEFD:

Esta versão itinerante do Projeto Calango buscou fazer pesquisa para a implantação do muro definitivo na Escola de Educação Física e Desportos.

Durante o festival o sucesso foi absoluto, tal como em todas as ocasiões em que este muro é instalado.Os estudantes da EEFD ficaram responsáveis pela instalação do muro no prédio da Reitoria.

Muito trabalho, mas valeu a pena. O pessoal de Belas Artes tem muito para contar. Pediram a permanência por mais uns dias.







Composteira:

A espiral é uma borda que funciona como uma membrana, conectando os cantos arredondados de uma estrutura; o círculo menor, mais alto, próximo do céu, provavelmente é ácido e positivo; o círculo maior, mais baixo, próximo da terra, é provavelmente básico e negativo.

A compostagem é o processo de transformação de materiais grosseiros, como palhada e estrume, em materiais orgânicos utilizáveis na agricultura. Este processo envolve transformações extremamente complexas de natureza bioquímica, promovidas por milhões de microorganismos do solo que têm na matéria orgânica in naturasua fonte de energia, nutrientes minerais e carbono.

Por essa razão uma pilha de composto não é apenas um monte de lixo orgânico empilhado ou acondicionado em um compartimento. É um modo de fornecer as condições adequadas aos microorganismos para que esses degradem a matéria orgânica e disponibilizem nutrientes para as plantas.


Alimentação Alternativa:

A alimentação alternativa, criada para combater a desnutrição, inclui alimentos de alto valor nutritivo, de custo muito baixo, de paladar adaptado à região e preparo rápido. O carro chefe desta alimentação é o principio da multimistura - da variedade - que aproveita diversos alimentos que geralmente são desprezados. São os farelos (de arroz e de trigo), as folhas verde-escuras (de batata-doce, mandioca, taioba, beldroega, etc.), a casca de ovo e as sementes (de abóbora, melancia, gergelim, jaca, caju, melão, etc.).






Oficina de Grafitti:






Copa FUASA e Jogo da copa:





Dança das Proteínas:

"Dança das proteinas" que consiste na elaboração de um espetáculo coreográfico baseado na ciência, mais especificamente em conceitos e fenômenos da bioquímica.

O objetivo central do projeto é a difusão e popularização da ciência através da arte. O trabalho faz parte da pesquisa de doutorado do professor André Meyer na Área de Educação, Difusão e Gestão em Biociências e conta com alunos da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ), da Escola de Comunicação (ECO/UFRJ), além de membros da Companhia de Dança Contemporânea Helenita Sá Earp, da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD/UFRJ).







Performance do LEE:

O Núcleo de Performance do Laboratório de Engenharia do Entretenimento da COPPE - Centro de Tecnologia – UFRJ ou LEE faz parte do GIM (Grupo de Interação MilaSan) que através de uma abordagem multidisciplinar com enfoque artístico, tecnológico, social e terapêutico propõe reunir profissionais de diferentes setores no intuito de:

•Democratizar o fazer artístico como uma ferramenta que aumenta a qualidade da comunicação;
• Aumentar a sensibilidade e a percepção do público consumidor de arte;
• Promover ações que desencadeiem a reação em diversos níveis, da direcionalidade até a interatividade;
• Instigar reflexões filosóficas na sociedade através da alegria, espontaneidade, respeito e foco.







Homenagem à Ângela da Luz:

Angela Azevedo Silva Balloussier Ancora da Luz é uma pesquisadora brasileira de artes plásticas, sendo professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Graduada em 1975 em Desenho e Artes Plásticas pela UFRJ, Ângela concluiu seu mestrado em 1986 pela mesma instituição.

Adquiriu larga experiência na área de Artes, atuando principalmente nos temas sobre arte moderna, salão arte, modernidade e década de 50.

Lecionou e dirigiu a Escola de Belas Artes da renomada instituição brasileira.






Bandas:


quinta-feira, 8 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Copa do FUASA

Inscrições abertas até 30 de Junho de 2010! Faça download da ficha de inscrição na coluna à direita e envie para labppesc@gmail.com.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Atenção!!

O prazo para inscrições do 2º FUASA se encerra hoje!

Quem ainda não se inscreveu tem até as 16h de hoje....

A partir da semana que vem a programação do evento já estará disponível no blog!

quarta-feira, 2 de junho de 2010



Reunião do Projeto UFRJ Mar.
25/05/2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

As novas dimensões da educação

Por Ricardo Young *

Após ler o interessante artigo escrito por Milú Villela e Mozart Neves Ramos, publicado pela Folha de São Paulo na segunda, 24/05, “A Educação Mobilizando o Brasil” sobre a necessidade de se valorizar, capacitar e criar uma carreira diferenciada para os professores, achei por bem também entrar nessa discussão.


Milú e Mozart citaram a experiência de Nova York onde a meritocracia é apresentada como uma das dinamizadoras da qualidade educacional. Outro ponto destacado no artigo, foi a desvinculação e descentralização do orçamento das escolas em relação ao orçamento público. Todos esses pontos são realmente importantes, mas ainda precisamos avançar mais se quisermos colocar o Brasil num patamar de real protagonismo no século XXI.

Nós já estamos vivendo um período de enormes desafios muitos deles longe de serem superados. O Brasil vai bem em muitos setores macroeconômicos, mas o nosso tecido social apresenta uma fragilidade ímpar. A capacidade nacional para a formação de cérebros, a competência científica, de pesquisa, de inovação tecnológica em grande escala é ainda muito pequena. Até mesmo o estado de São Paulo, entre os mais avançados do país, não consegue formar um conjunto razoável de cientistas que possa fazer frente a velocidade das inovações tecnológicas, como por exemplo, no campo das mudanças climáticas.
É preciso criar as condições para uma ruptura virtuosa. Não é possível se esperar duas ou três gerações para que nós possamos gerar competência e formar cérebros na altura da demanda que o Brasil terá e já está tendo em relação ao seu posicionamento no mundo.

Precisamos de uma revolução curricular que contemple, pelo menos, três dimensões da educação. A primeira delas é a da sociedade em rede. Já vivemos essa realidade e, portanto todo o processo de aprendizado não se dá mais só na sala de aula e o professor não é a única fonte de conhecimento. O mundo, com seus milhares de acessos, é a fonte de conhecimento e a sala de aula deveria servir para reorganizar de forma cognitiva esse mesmo conhecimento.

A segunda dimensão é a ecológica. A sociedade moderna criou um divórcio entre o aluno e a natureza. Será necessária, uma reconciliação profunda com o meio ambiente. Não é possível educar nossas crianças sem que elas conheçam profundamente as leis que orientam a natureza, não de maneira fragmentada como se dá hoje, mas por meio de um modo sistêmico da ecologia profunda proposta na Carta da Terra. O que podemos chamar de uma verdadeira realfabetização ambiental. Nós, seres urbanos, perdemos a conexão com o meio ambiente, com a comunidade da vida e as leis mais elementares que regem os recursos do planeta. Isso faz com que ignoremos as leis naturais mais elementares. Um bom exemplo é que enxergamos a presença dos insetos como simplesmente falta de limpeza, nós perdemos a noção do que significa esse rico, complexo e indispensável universo de microorganismos.

E a última e terceira é a dimensão de cidadania global, nas quais as questões nacionais são relativizadas por uma dimensão planetária horizontalizada. As nossas crianças não têm ideia do que significa o planeta, a diversidade, a interdependência, os valores universais, a cidadania global. Na escola nós aprendemos muito sobre nosso o país e nosso povo, mas totalmente desconectado do geral, da aldeia global em que estamos presentes. Essa dimensão de cidadão do mundo é fundamental na educação.

Nós não podemos cair na armadilha e reduzir a questão da educação apenas com a universalização do ensino fundamental e médio e da qualificação do professor e do ensino apenas. Nós precisamos ser mais ousados. Temos que buscar por esse caminho, a formação radical de competências científicas, tecnológicas e uma outra visão mais voltada para o mundo como realmente ele é, não como nós o reproduzimos nas grandes cidades.

Todas essas dimensões precisam referenciar uma reforma curricular e de maneira transversal. Se a consolidação de uma sociedade industrial e as referências territoriais foram importantes para a determinação cultural do indívíduo e para a formação das nações. Ficou para trás o tempo em que prevaleciam os limites do interesse nacional e a visão pelo prisma do antropocentrismo. Hoje é preciso se adequar a uma visão global. O planeta deve ser visto como um todo. Os mares, rios, ecossistemas devem ser pensados de maneira sistêmica e complementar. Colocar essas dimensões a serviço da sociedade global do século XXI passa por todos os setores, especialmente pela educação de nossos jovens.

* Ricardo Young é empresários, militante da causa da sustentabilidade e pre-candidato a senador por São Paulo pelo Partido Verde.


(Envolverde/O autor)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010








quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ateliê

LabPPesc



Nessa ultima semana trabalhamos no fechamento do orçamento e na programação,
todos concentrados para o festival sair.

Os interessados em apresentar seus trabalhos, não deixem para ultima hora! preencham a ficha de inscrição e ajudem-nos a acelerar o processo de organização do festival!

sábado, 15 de maio de 2010

INCRIÇÕES ABERTAS

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Dia 27/05

No dia 27/05 na Sala Samira Mesquita (antigo Salão Azul) vai acontecer um Workshop Cultural.

Venha participar desse movimento que é um aquecimento para o II FUASA.

Em breve a programação dos videos que serão apresentados e debatidos.



fazendo a arte dos cartazes - João, Fernanda e Luiz

Novos Parceiros

Na reunião de hoje da equipe de produção do II Fuasa,contamos com a preseça da Camila San representante do Nucleo de Performance do LEE/UFRJ que agora é mais um parceiro do LabPP-ESc e do Fuasa.

O nosso novo parceiro, o Nucleo de Performance do LEE/UFRJ, vai oferecer uma Oficina nos dia 27/05 e 10/06, na Sala Samira Mesquita (antigo Salão Azul), que se interessar é so aparecer no LabPP-Esc ou então enviar email para lappesc@gmail.com.
As vagas são limitadas, então se apresse.


na foto Camila e Brenno

ESTUDANTE NÃO É ALUNO

A ditadura militar de 64 proibiu as organizações de classe dos estudantes e instituiu, graças às prisões, aos seqüestros e aos assassinatos das lideranças estudantis, a cultura do “aluno” universitário. Decorridas mais de duas décadas após a redemocratização do Brasil, a cultura do “aluno” universitário domina nos campi, apesar da volta à atividade dos centros acadêmicos, dos DCEs e da UNE.

Se é para falar sério de educação democrática, então é preciso, em primeiro lugar, levar em conta a diferença entre educação e ensino: como os verbos indicam, na educação a ênfase é no indivíduo (educa-se alguém), enquanto no ensino a ênfase é na coisa (ensina-se algo a alguém).

O individuo que ingressa numa universidade é, em regra, um jovem no final da adolescência e no início da vida adulta. A educação do jovem não pode ser a mesma do adolescente ou da criança. O trote é justamente um rito de passagem, para marcar na carne a entrada na vida adulta autônoma: o estudante terá que aprender a lidar com a liberdade e com a responsabilidade. Liberdade é escolha, opção, o que gera angústia e insegurança, enquanto responsabilidade é a capacidade de arcar com as conseqüências das opções assumidas, o que depende de esforço concentrado e de resistência a tensões.

A universidade que só ensina é a universidade do aluno, autoritária e anárquica, burocrática, distante do trabalho produtivo. A universidade do ensino integrado à pesquisa e à extensão, comprometida com a produção efetiva e a inovação tecnológica, com o público de carne e osso, seu vizinho, só pode ser a universidade do estudante.

Enéas Valle